Neurolinguística

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Mapas Mentais e os Objetivos

Mind MapOs Mapas Mentais são um método de armazenar, organizar e priorizar informações (em geral no papel), usando Palavras-chave e Imagens-chave, que desencadeiam lembranças específicas e estimulam novas reflexões e idéias.

Segundo o Tony Buzan (criador da técnica), cada ativador da memória em um Mapa Mental é uma chave que dá acesso a fatos, idéias e informações, além de liberar o verdadeiro potencial da mente, de modo que possamos nos tornar o que quisermos ser. O segredo da eficiência do Mapa Mental está em sua forma e configuração dinâmicas. O Mapa Mental é desenhado como um neurônio e proietado para estimular o cérebro a trabalhar com mais rapidez e eficiência, empregando um método que ele já utiliza naturalmente.

Todas as vezes que olhamos para as nervuras de uma folha ou para os galhos de uma determinada árvore, vemos os “Mapas Mentais” da natureza reproduzindo a forma dos neurônios e refletindo a maneira como nó mesmo somos criados e ligados. Parece bastante estranho em um primeiro momento, entretanto faz todo sentido quando nos aprofundamos no assunto.

Um Mapa Mental é uma ferramenta de/para pensamento projetada com base na eficiência dessas estruturas naturais.

  • Um Mapa Mental pode ser usando em diversas áreas, eu diria que pode ser usado em qualquer propósito na vida.
  • Na escola: leitura, revisão de conteúdo, anotações, desenvolvimento de idéias criativas, gerenciamento de projetos, ensino.
  • No trabalho: geração de idéia, gerenciamento de tempo, elaboração de projeto , formação de equipes, apresentações.
  • Em casa: estabelecimento de prioridades, planejamento de projetos e da vida, compra, gerenciamento de acontecimentos e da vida familiar.
  • Na vida social: lembrança de datas importantes, recordação de pessoa e lugare , planejamento de atividades de lazer e eventos sociais, comunicação.

De forma geral, segundo Buzan, os Mapas Mentais ajudam a planejar e administrar informações com eficiência e aumentam a probabilidade de sermos bem-sucedidos. Na média, as pessoas que usam esse tipo de recurso como parte da vida cotidiana – e avaliam seu progresso pessoal com regularidade – tendem a dizer, que se sentem confiantes de que seus sonhos são possíveis de realizar e que estão no caminho certo para alcançar seus objetivos.

Os Mapa Mentai são úteis também quando objetivos e metas não estão muito claro. Todas as pessoas passam por momentos na vida em que o futuro nos parece incerto (acredito que isso faça parte da própria essência da vida). Neste momento, os Mapas Mentais apresentam uma contribuicão inestimável para ajudar na solução de problemas. Principalmente quando temos decisões complexas e difíceis a tomar.

Sempre mantenho internamente para mim que a questão mais importante de que devemos nos lembrar é que ter um objetivo é sempre melhor do que não ter nenhum. A vantagem de elaborar um Mapa Mental da sua visão do futuro é que isso manterá você no controle da sua vida e fará com que se lembre de que tem liberdade para escolher suas ações e suas peóprias reações.

 

Exemplo de Mapa Mental:Mind Map

Entenda um Mapa Mental como uma ferramenta que pode ajudá-lo também a ser mais criativo em termos de idéias e soluções. Assim, contribuir para que você veja com mais clareza:

  • A situação em que está: seus anseios, sonhos, problemas e ideais.
  • Quem você é: em casa, no trabalho, nos momentos de lazer e nos relacionamentos.
  • A maneira como você entende o mundo: seu modo de se relacionar com os outros.
  • O que você quer: para si mesmo, para as pessoas, para o presente e para o futuro.
  • Como conseguir ser o que você deseja.

Um Mapa Mental é também extremamente útil nos processos de armazenagem e organização de informações e na identificação de Palavras-chave e fatos originários de:

  • Livros, jornais e fontes da internet.
  • Palestras, cursos e material de pesquisa.
  • Reuniões de negócios, atas, conversas, listas.
  • Sua própria mente.

Os Mapas Mentais são particularmente de excelente ajuda no ensino escolar (use com seus filhos) e em diversos tipos de treinamentos.

Utilizando os mapas mentais você poderá ter mais tempo livre para executar diversos outros tipos de atividade. Pensar diferente é sempre produtivo e leva a caminhos nunca antes percorridos pela sua mente. Inicialmente parece complicado, mas essa “complicação” na verdade nada mais é do que o seu cérebro e mente sendo reativos a mudança. Quando você começa a mudar, o mundo ao redor começa a se alterar e mudar junto com você.

Nos próximos artigos, abordarei como fazer uso da técnica de mapas mentais. Espero que tenham gostado do artigo.

Qualquer dúvida, crítica ou sugestão, entre em contato.

Márcio Pulcinelli @ OminaVincit!


Níveis de Comunicação e Apresentação

imageExistem dois níveis principais de comunicação, o nível dos fatos e o nível interpessoal.

A grande maioria dos profissionais que obtém sucesso, sabe o quão importante é o papel que as outras pessoas representam em suas vidas e em seus negócios. É fato que queremos ter influência suficiente para afirmar que nossos relacionamentos sejam bem desenvolvidos, que permaneçam fortes e duradouros, o que no final, vai ajudar a construir nossa caminhada na direção do sucesso.

As pessoas que conseguiram aprender com seus relacionamentos costumam seguir um caminho coerente para o desenvolvimento profissional e pessoal.

Segundo o Instituto de Neolinguística Aplicada (INAp), a comunicação no nível dos fatos refere-se à mensagem verbal, as palavras que estão sendo transmitidas, e em geral produzem, isoladamente, apenas 7% de impacto nas pessoas. No nível interpessoal a mensagem é enviada em múltiplos níveis de comunicação, e corresponde a algo em torno de 93% de impacto nas pessoas e é a principal fonte de nossos relacionamentos.

Um ponto importante é que a comunicação seja remetida de forma completa, equivalente para que ela ocorra de maneira global, desta forma transmitindo todo o conteúdo: o modo como se fala e o não-verbal devem satisfazendo a 100% da mensagem.

Normalmente quando ocorre a empatia entre duas ou mais pessoas, a comunicação parece fluir naturalmente, seus corpos e palavras se mantem em sintonia. Para um bom comunicador é fundamental criar rapport com o público logo no início de uma apresentação.

Se você for fazer uma apresentação, procure tornar o auditório afável e converta-o em um aliado favorável às suas ideias e ao seu comportamento.

Segundo o INAp, existem algumas dicas que valem a pena serem seguidas, são elas:

Use seu próprio comportamento. A forma como se veste a postura, sem ser humilde em excesso, nem muito menos demonstre arrogância. A simpatia e a humildade natural são atributos que você poderá utilizar para criar rapport.

Comece sorrindo. Estados são contagiantes e as pessoas tendem seguir o estado de ânimo do apresentador. Brinque com as próprias características físicas, inabilidades e erros cometidos.

Elogie o público. Observe que o elogio deve ser honesto sincero e verdadeiro, caso contrário, as pessoas perceberão e essa atitude pode aumentar a resistência do público à suas palavras.

Demonstre autoridade. Seja sutil ao demonstrar domínio e conhecimento sobre o tema da sua apresentação. A resistência do ouvinte com relação a você poderá ocorrer quando houver dúvidas sobre suas qualificações em relação ao tema.

Gosto sempre de frisar, pois acredito ser importante, que o seu objetivo é o de aumentar a sua influência junto às pessoas para torna-las receptivas aos seus pontos de vista.

É fato que a maioria de nós é atraída pelo carisma pessoal de outras pessoas, na verdade é assim que o mundo funciona. Também desejamos descobrir como os demais moldaram seu carisma pessoal para que de certa forma possamos ter características semelhantes.

Seguem abaixo nove padrões de comunicação não-verbal em diferentes modalidades dos canais sensoriais, segundo o INAp:

VISUAL

1. Pontos de foco (dois ou três pontos)

2. Coordenação olho e mão

AUDITIVO

3. Pausas

4. Padrões vocais (credibilidade e acessibilidade)

CINESTÉSICO

1. Gestos de mão congelados

2. Expectativas altas

3. Conectar ou não conectar (descontaminação)

4. Presença física (respire pelo nariz)

5. Gestos de relacionamentos (homens e mulheres)

Espero que tenha gostado do artigo! Qualquer dúvida escreva para mim.

Márcio Pulcinelli @ OminaVincit


Rapport e Conflança

 image Este artigo é voltado para o entendimento do que é o "rapport" e a confiança. Apresentarei, me baseando no texto do autor Joseph O’Connor, conceitos da PNL aplicada ao comportamento.

Talvez a palavra "Rapport", não seja de conhecimento de todos, por isso vale uma explicação das origens da palavra.

Rapport é uma palavra de origem francesa que significa "relação". Este termo é bastante abrangente e o "rapport" pode ser considerado uma forma de criar relação de confiança e harmonia. Portanto, "rapport" não é propriamente uma fase do processo de relacionamento, é uma estrutura que inicia a no momento em que temos a atenção do outro (ou de nós mesmos) e que deve continuar ligado até o final.
 
Segundo O’Connor (2003) A confiança é um conceito abstrato, mas sem ela não poderíamos conviver, fazer negócios ou nos sentirmos seguros. Como o "rapport", a confiança é baseada em um relacionamento, sendo, no entanto, possível, confiar em alguém sem que ele confie em você. É como um presente que você dá a outro.
 
Como o "rapport", a confiança não é algo que você tem ou não tem não existe meio termo. Confiamos quando achamos que alguém será forte, que não nos decepcionará, podemos "nos apoiar" nele (a) e confiamos naquilo que acreditamos ser verdade. Outras pessoas confiam em nós quando também esperam que sejamos fortes e não as decepcionaremos. Um relacionamento de confiança mútua tão-somente pode existir entre duas pessoas fortes. Enquanto "rapport" pode ser imediatamente instalado, a confiança leva tempo. Necessitamos testar a energia da outra pessoa, aos poucos oferecendo mais para ver o que acontece. Um relacionamento baseado em confiança mútua é um dos mais satisfatórios possíveis.
 
O’Connor (2003) afirma que geralmente julgamos retroativamente. Se alguém nos decepciona, podemos culpar a nós mesmos e não mais assumir tal risco ou podemos culpar a outra pessoa por não atender a nossas expectativas. As pessoas têm diferentes patamares de confiança. Um patamar demasiadamente baixo, e você confiará com demasiada facilidade e poderá se decepcionar com frequência. Um patamar demasiadamente alto, e você estará querendo que a outra pessoa dê demais antes que você se comprometa. Poucas pessoas serão dignas de sua confiança, e isso pode ser emocionalmente isolador.
 
Uma das escolhas mais complicadas em relacionamentos interpessoais é a de em quem confiar, como você decide confiar e o quão vulnerável está preparado para poder confiar.
 
Segundo o autor O’Connor (2003), é importante perceber que para construir "rapport" e bons relacionamentos, você precisa começar por acompanhar o ritmo de outra pessoa. Isto ocorre quando você entra no modelo de mundo da outra pessoa de acordo com os termos dela. É exatamente como andar ao lado dela no mesmo passo. Rápido demais, e ela terá que se apressar para acompanhá-lo; devagar demais, e ela terá que se refrear. Em qualquer dos casos, terão que fazer um esforço especial.
 
Uma vez que tenha mantido seu ritmo no mesmo ritmo da outra pessoa, a partir do momento em que se sentir a vontade, você pode alterar seu ritmo para um que avalie mais adequado e será provável que a outra pessoa lhe acompanhe e assim você lidere seu ritmo assim como o andamento da interação entre vocês.
 
Você acompanha o ritmo e constrói "rapport" através de "equiparação". Conforme O’Connor, a equiparação é espelhar e complementar um aspecto de outra pessoa. Não é copiar, é mais como uma dança. Quando você equipara, mostra que está disposto a entrar no modelo de mundo da outra pessoa. Ela intuitivamente perceberá isso, e assim você poderá se sentir mais à vontade com ela, e ela se sentirá mais à vontade com você. A equiparação pode ser realizada em todos os níveis neurológicos.

Espero que tenham gostado do artigo, qualquer dúvida me escreva.

Márcio Pulcinelli @ OminaVincit


Axiomas e Pressuposições da PNL

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Vou apresentar neste artigo, os axiomas e pressuposições da PNL segundo o INAp (Instituto de Neurolinguística Aplicada).

Neste texto existem seis tópicos principais, que formam as bases da PNL, sem o qual seria impossível aplicarmos tais conceitos e elaborar métodos para a mudança comportamental.

O texto abaixo é de autoria do Instituto de Neurolinguística Aplicada com o qual eu fiz o curso de Practictioner em PNL.

 

O Mapa Não é o Território
  • A realidade não é conhecida e, sim, percebida neurologicamente através dos cinco sentidos e, subsequentemente, representada através de imagens, sons, sensações e palavras.
  • Cada individuo cria modelos (mapas) do mundo, a partir de informações sensoriais do ambiente, recordações do passado e interpretações do que seja a realidade.
  • As pessoas interagem com este mapa do mundo e não diretamente com a realidade. O mapa determina como se interpreta os acontecimentos na vida e o significado que damos a ele. Geralmente é o mapa individual que limita, não o mundo em si.
  • Não há fracassos. Na verdade, existem somente resultados, que podem fornecer “Feedback” do que precisa ser modificado.
  • Nenhum mapa individual do mundo é mais verdadeiro ou real do que o mapa de qualquer outra pessoa.
  • Enriquecer o mapa pessoal promove mais escolhas ao lidar com um mundo complexo. Conhecer o mapa do outro possibilita melhorar a comunicação e os relacionamentos.
A Vida e Mente São Processos Sistêmicos
  • Um indivíduo é um sistema dentro de um sistema maior.
  • Mente e corpo são parte de um mesmo sistema cibernético; mente e corpo formam um conjunto.
  • Nenhuma parte pode ser isolada das outras. Todas tem influência recíproca. Não se pode deixar de influenciar e de ser influenciado.
  • Os sistemas se organizam e buscam equilíbrio e estabilidade.
  • As interações entre as partes obedecem aos princípios de operação de sistemas. Entre pessoas criam-se circuitos de “Feedback”, fazendo com que cada um receba os efeitos de suas próprias ações.
Variabilidade e Flexibilidade
  • Em qualquer sistema aberto, a parte do sistema que exibir maior flexibilidade sobrevive e tende a dominar o sistema.
  • A mesma ação nem sempre gera o mesmo resultado em um sistema complexo (teoria do Caos). A flexibilidade necessária para adaptar-se e sobreviver é proporcional a complexidade do sistema.
  • Ter escolhas é melhor do que não ter escolha nenhuma.
  • A pessoa com maior flexibilidade ganha.
  • Se uma ação não obtém os resultados desejados, o indivíduo flexível varia o seu comportamento até conseguir o que quer.
Mudança
  • A natureza do Universo é a mudança.
  • As pessoas dispõem de todos os recursos que necessitam para mudar.
  • Todo mundo tem o mesmo “aparelho” mental, embora com programas e habilidades diferentes. Estes programas podem ser modelados e transferidos para outras pessoas, superando as limitações pessoais.
  • Não se precisa saber o conteúdo do pensamento de outrem para facilitar mudanças de comportamento.
  • A melhor maneira de mudar o outro é mudar a si mesmo.
  • Se não se consegue o que se deseja, é porque  falta acesso aos recursos necessários.
  • Mudança é a ampliação de possibilidades como resultado da liberação de recursos adequados em um determinado contexto, ampliando as possibilidades.
  • “Você pode fazer de conta qualquer coisa e tornar-se mestre nela”. Milton  Erickson.
Todo Comportamento Tem Uma Intenção Positiva
  • Existem “n” partes internas operando e orientando o comportamento; e todas elas tem uma intenção positiva.
  • As pessoas fazem as melhores coisas possíveis, de acordo com os recursos disponíveis. Quando o cérebro tem acesso a uma escolha melhor, naturalmente opta por ela.
  • Qualquer comportamento pode ser um recurso ou uma limitação, dependendo do contexto em que é aplicado.Para todo comportamento existem um contexto no qual ele já foi ou pode ser útil.
  • Comportamentos “Problemáticos” muitas vezes decorrem de decisões feitas no passado e, tendo ficado “congelados” no tempo, são agora inadequados e desatualizados.
Comunicação
  • Independentemente da intenção, o significado da comunicação é a resposta que se obtém.
  • A comunicação verbal tem uma estrutura superficial que cada um decodifica a partir de sua própria experiência, de acordo com as imagens, sons e sensações do seu mapa individual.
  • Não se pode não comunicar; não obter resposta já é uma resposta.
  • Em uma comunicação harmoniosa respeita-se o modelo de mundo do outro.
  • A resistência significa falta de flexibilidade do comunicador.
  • O conteúdo verbal corresponde a apenas 7% da comunicação; o modo como se fala corresponde a 38% e o não verbal a 55%.
  • O sintoma, seja físico, psicológico ou emocional, é uma comunicação intrapessoal de como se está em relação ao mundo.

 

Espero que aproveitem da melhor maneira possível, pois apresenta uma visão holística da natureza do pensamento humano em sua essência.

Até o próximo artigo.

Márcio Pulcinelli @ OminaVincit.


O que é PNL?

image Tenho estudado este assunto e a maioria dos texto que tenho visto apresentam a seguinte descrição do que é PNL:

 

PNL-> É o estudo da estrutura da experiência subjetiva. Ela estuda os padrões (“Programação”) criados pela interação entre o cérebro (“Neuro”), a linguagem (“Linguística”) e o corpo.

Apesar da descrição complicada, a PNL estuda como o cérebro e a mente funcionam, a forma como as pessoas criam seus pensamentos, expressam seus sentimentos, principalmente os estados emocionais e como o ser humano se comporta, como nós funcionamos e como podemos escolher a maneira como queremos funcionar de forma geral.

Eu gosto muito de usar a definição de estudo do processamento do pensamento, acredito que resume de forma mais clara o que é a PNL. Pensar é usar os sentidos de forma internalizada.

Segundo o Instituto de Neurolinguística Aplicada (INAp), Pensamos vendo imagens internas, ouvindo sons, ou falando internamente e tendo sensações.

Não falamos ainda sobre a influência da linguagem, que de certa forma é um produto integrante do sistema nervoso, ativa, direciona e estimula nosso cérebro. E de forma a gerar comunicação, é a maneira mais eficaz de ativar o sistema nervoso dos outros.

Para falar do surgimento da PNL, vou utilizar como base o livro do INAp.

A cerca de 30 anos Richard Bandler estudava matemática e psicologia na universidade de Santa Cruz na Califórnia. Nos finais de semana trabalhava gravando Workshops e ficou muito impressionada com a habilidade de comunicação e resultados de dois terapeutas com os quais teve contato, Fritz Perls (Gestalt-terapia) e Virginia Satir (terapeuta de família). Ele ficou interessado em aprender o que eles faziam e pediu ajuda a seu professor de linguística, John Grinder.

Estudando os vídeos, eles começaram a decodificar os padrões de linguagem e de comportamento daqueles dois excelentes terapeutas e escreveram o livro  “A Estrutura da Magia”, demostrando que algo que parecia magia, tinha na verdade uma estrutura. Assim foi criado o primeiro modelo da PNL, o meta-modelo de linguagem.

Nos próximos artigos sobre PNL, vou me aprofundar nos temas: Estudo e aprendizagem, Criatividade, Saúde e Auto-hipnose não necessariamente nessa ordem.

Como esse artigo foi somente uma introdução, minha intenção foi somente apresentar uma breve descrição do assunto, que é extremamente vasto, entretanto muito interessante.

 

Espero que tenham gostado.

Márcio Pulcinelli @ OminaVincit