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Métodos Ágeis: É Importante a Certificação?

g2996Neste artigo vou abordar a importância da certificação em métodos ágeis. O uso de métodos ágeis como uma abordagem para gerenciamento de projetos tem aumentado dramaticamente nos últimos anos. O Gartner prevê que os métodos ágeis serão utilizados em 80% de todos os projetos de desenvolvimento de software.

Uma pesquisa feita pelo PMI mostrou que o uso de práticas ágeis tem aumentando drasticamente ao longo dos anos. Além disso, a pesquisa demonstra o valor que métodos ágeis podem ter na redução de defeitos do produto, melhorando a produtividade da equipe, melhoria na entrega e aumento do valor comercial.

O PMI-ACPSM está posicionado para reconhecer e validar o conhecimento desta importante abordagem. Com a disseminação do gerenciamento de projetos e do constante desenvolvimento de suas ferramentas, os profissionais da área vem se confrontando com um mercado próspero–porém muito complexo.

Devido ao crescimento desse mercado ocorreu também a expansão de diversos cursos de especialização na área de gerenciamento de projetos, praticamente em todas as cidades de médio/grande porte existem dezenas desses cursos. Tendo em vista à evolução do gerenciamento de projetos, o PMI, reconhecendo as necessidades do mercado, oferece diferentes certificações, entre elas a PMI –Agile Certified Pratictioner (PMI-ACP) resultado do ambiente de negócios dinâmico em que hoje as diferentes organizações atuam.

O aumento do número de cursos por um lado proporciona o fomento da área e a formação de massa crítica, porém a falta de padronização e muitas vezes a dissonância com as práticas do Guia PMBOK® criam dúvidas sobre a qualidade de muitos cursos e consequentemente sobre o conhecimento de alguns profissionais.

A grande necessidade de ganhar competitividade estimula as empresas a operar em mercado mais amplos, cooperando e competindo para melhorar sua qualidade e preço, isso gera muitos gastos e para compensar os mesmos, há uma grande necessidade em agregar valor à empresa. Essa realidade vivida pelo setor mais tradicional do gerenciamento de projetos se adéqua melhor quando se utiliza o método ágil, por esse setor ser relativamente novo quando comparado ao gerenciamento de projeto tradicional.

Pensando um pouco sobre a questão do desenvolvimento, esse desenvolvimento se faz presente em diversas áreas do conhecimento técnico e assim, são utilizadas certificações profissionais, pois essas representam o reconhecimento da habilidade e experiência no uso das técnicas e aplicação de conhecimentos, assim, mantendo um diferencial e adicionando confiabilidade ao currículo de cada profissional. Deve ser visto em seu sentido mais amplo a comprovação formal dos conhecimentos, habilidades, atitudes e capacidade do profissional, requeridos para a execução de uma determinada atividade.

As melhores práticas do gerenciamento de projetos difundidas e consolidadas, em sua forma tradicional, começaram a serem questionadas. Em uma área do gerenciamento de projetos envolvida intensamente com desenvolvimento tecnológico de software como o gerenciamento ágil de projeto, as mudanças técnicas são constantes e extremamente rápidas.

Para atender as demandas desses projetos tecnológico o gerenciamento ágil de projetos utiliza ferramentas que focam as entregas ao invés das extensas documentações.

Onde estão os valores e princípios?

Para os Valores, temos:

  • Indivíduos e interações mais que processos e ferramentas;
  • Software em funcionamento mais que documentação abrangente;
  • Colaboração com o cliente mais que negociação de contratos;
  • Responder a mudanças mais que seguir um plano;

Para os Princípios, temos:

  • Maior prioridade é satisfazer o cliente através da entrega contínua e adiantada de software com valor agregado;
  • Mudanças nos requisitos são bem vindas, mesmo tardiamente no desenvolvimento;
  • Processos ágeis tiram vantagem das mudanças visando vantagem competitiva para o cliente;
  • Entregar frequentemente software funcionando, de poucas semanas a poucos meses, com preferência à menor escala de tempo;
  • Pessoas de negócio e desenvolvedores devem trabalhar diariamente em conjunto por todo o projeto;
  • Construa projetos em torno de indivíduos motivados. Dê a eles o ambiente e o suporte necessário e confie neles para fazer o trabalho;
  • O método mais eficiente e eficaz de transmitir informações para e entre uma equipe de desenvolvimento é através de conversa face a face;
  • Software funcionando é a medida primária de progresso;
  • Os processos ágeis promovem desenvolvimento sustentável;
  • Os patrocinadores, desenvolvedores e usuários devem ser capazes de manter um ritmo constante indefinidamente;
  • Contínua atenção à excelência técnica e bom design aumenta a agilidade;
  • Simplicidade — a arte de maximizar a quantidade de trabalho não realizado — é essencial;
  • As melhores arquiteturas, requisitos e designs emergem de equipes auto organizáveis;
  • Em intervalos regulares, a equipe reflete sobre como se tornar mais eficaz e então refina e ajusta seu comportamento de acordo;

O PMI apresenta uma certificação (como citada anteriormente), que cumpre o propósito de padronizar e disseminar o gerenciamento ágil de projetos, reunindo as seguintes exigências de conhecimentos práticos e teóricos dos certificados: educação secundária (ensino médio ou equivalente) ou superior, 2.000 horas de trabalho em projetos adquiridos nos últimos 5 anos, 1.500 horas de trabalho em projetos -usando técnicas ágeis -adquiridos nos últimos 2 anos, 21 horas de treinamento em Gerenciamento Ágil de Projetos.

Os conceitos Ágeis através de diferentes métodos e processos, foram sendo incorporados no gerenciamento de projetos e sua utilização aplicada em diversas organizações. Não poderia deixar de adicionar ao texto, as principais vantagens do gerenciamento ágil de projetos:

  • Retorno mensurável do investimento mais cedo, entrega iterativa de incrementos dos produtos;
  • Alta visibilidade do andamento do projeto, permite a identificação precoce e resolução ou monitoramento de problemas;
  • Envolvimento contínuo do cliente em todo o ciclo de desenvolvimento do produto;
  • Melhoria na satisfação e motivação dos times de desenvolvimento do projeto;
  • Poder ao proprietário da empresa para tomar decisões necessárias para atingir as metas;
  • Adaptação à evolução das necessidades de negócio, dando mais influência sobre as mudanças de requisitos;
  • Redução dos resíduos do produto do processo;
  • Maior pontualidade na entrega. Estimativas mais realistas, clientes mais envolvidos e satisfeitos

A intensiva competitividade na área de desenvolvimento de software faz com que as empresas busquem sempre o aperfeiçoamento de seus serviços para poder vencer a concorrência. Prazo e qualidade, além é claro de melhor aceitação e adaptação a mudanças são importantes diferenciais que podem ser atingidos utilizando-se metodologias ágeis de desenvolvimento. Embora não seja a solução para todos os problemas, a metodologia ágil mostra uma maneira de trabalhar bastante organizada e iterativa, podendo inclusive contribuir para um ambiente de trabalho mais amigável, portanto é uma boa opção para se obter os diferencias desejados.

Em um mundo qualificado pelo desenvolvimento tecnológico e pela dispersão do uso de software em praticamente todas as áreas do conhecimento humano, faz-se necessário um novo tipo de gestão para os projetos.

O mundo hoje depende de projetos e, para muitas organizações, são eles que garantem o dia de amanhã e permite-lhes sobreviver e crescer.Assim sendo, os métodos ágeis veem respondendo de forma positiva a essas necessidades, por focar os esforços da equipe no produto final e nas necessidades do cliente, relevando à segundo plano o processo de documentação exaustivo. Uma vez que as empresas estejam ao par de tais metodologias e as principais ferramentas utilizadas na Gestão de Projetos aprendido na prática o que tange às certificações, então será possível um maior alcance nas credenciais e certificações.

O PMI veem trabalhando para criar um padrão para os métodos ágeis através do PMI-ACP Examination Content Outline e da certificação PMP-ACP. Outro ponto relevante do PMP-ACP é a re-certificação, a qual difunde as práticas do gerenciamento ágil e estabelece a necessidade de constante aprimoramento dos profissionais certificados.

Espero que tenham gostado do artigo.

Márcio Pulcinelli @ OminaVIncit


Referências:

[1] LEFFINGWELL, Dean and MUIRHEAD, Dave, Tactical Management of Agile Development: Achieving Competitive Advantage. 2004. Boulder, Colorado

[2] SOARES, Michel dos Santos, Comparação entre Metodologias Ágeis e Tradicionais para o Desenvolvimento de Software. Unipac-
Universidade Presidente Antônio Carlos, Faculdade de Tecnologia e Ciências de Conselheiro Lafaiete

[3] Agile Manifesto, Disponível em http://agilemanifesto.org/

[4] SCHWABER , Ken, What Is Scrum?

[5] www.scrumalliance.org

[6] PMI. Profissional Certificado em Métodos Ágeis.Disponível em:http://brasil.pmi.org/brazil/CertificationsAndCredentials/PMI-ACP.aspx/.


Montando Ambiente de Desenvolvimento PHP

Neste artigo, vamos aprender a configurar um ambiente PHP para desenvolvimento de aplicações WEB.

No link abaixo apresento conceitos de PHP caso queira ler mais sobre o assunto.

http://blog.marcio-pulcinelli.com/2011/03/23/instalando-php5-no-apache-web-serverpart-1/

PHP não é uma linguagem nova, porém é muito boa para desenvolvimento para internet. Por esse motivo estou escrevendo este artigo, tenho certeza de que será útil para outras pessoas possam montar seus ambientes e desenvolver sistemas de forma rápida.

Vou partir da premissa que a máquina onde será instalado seu ambiente esteja completamente crua.

Instalação do JDK

O primeiro passo é instalar o JDK Acesse o site http://www.oracle.com/technetwork/java/javase/downloads/index.html

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E procure pela versão que seja a melhor para você. No meu caso, escolhi Windows X64.

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Faça o download do binário e instale normalmente na sua máquina.

Instalação do Eclipse

Após ter instalado o JDK, podemos então instalar o Eclipse. O Eclipse como você já deve saber, é o ambiente de desenvolvimento (IDE).

Para instala-lo, acesso o site do Eclipse http://www.eclipse.org/downloads e baixe a versão Eclipse Standard ou Enterprise. No meu caso utilizei a versão Enterprise para Windows 64Bits.

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Assim que terminar de baixar, descompacte o arquivo ZIP para algum diretório de sua escolha. Para este tutorial, utilizarei o diretório raiz “C:\”.

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Instalação do XAMPP (Apache + MySQL + PHP + Perl)

O XAMPP é uma distribuição apache contendo PHP, MySQL e Perl completamente grátis, fácil de instalar.

Acesse o link http://www.apachefriends.org/index.html

No meu caso utilizarei o XAMPP For Windows conforme a imagem abaixo.

Estou utilizando a versão (xampp-win32-1.8.3-3-VC11-installer.exe).

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Baixe para sua máquina esta versão e instale o pacote.

É importante que instale o pacote com as opções padrão (a pasta de instalação deve ser “C:\xampp” ). Se ao final da instalação o XAMPP abrir, pode fecha-lo.

Habilitando o PHP Debugger

Esse passo é um pouco mais técnico, entretanto acredito que qualquer um possa executa-lo.

1) Localize o arquivo “php.ini” situado na pasta “C:\xampp\php\”

2) Edite este arquivo no bloco de notas (clique com o botão direito no ícone e depois escolha “Editar”).

3) Tecle [CTRL+F] e localize o texto [XDebug].

4) Tire o “;” (ponto e vírgula) da linha: zend_extension = “C:\xampp\php\ext\php_xdebug.dll”

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5) Salve o arquivo e feche-o.

Executando o Eclipse Pela Primeira Vez

Vamos executar o Eclipse para iniciarmos as configurações internas. O primeiro ponto é criarmos um Workspace (uma área de trabalho) para nossos projetos que serão criados dentro do Eclipse. No meu caso, eu criei um Workspace “C:\Users\Marcio\Ambiente_PHP”, onde todos os meus projetos serão armazenados.

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Assim que tiver colocado seu caminho preferido, clique em “OK” para iniciar a entrada no Eclipse.

O Eclipse começará a ser carregado conforme a imagem abaixo:

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Quando terminar a carga, você verá a janela principal do Eclipse conforme abaixo:

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Feche a tela de boas-vindas. O seu Eclipse deverá ter a aparência conforme mostrado na figura a seguir:

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Instalação do Plug-in do PHP para Eclipse

É importante observar que estou utilizando a Distribuição Kepler. Caso tenha baixado outra, será necessário algumas modificações.

1) Com o Eclipse aberto, acesse no menu: Help -> Install New Software…

2) No campo “Work with:” adicione “http://download.eclipse.org/tools/pdt/updates/release” e aguarde um momento até uma lista ser carregada na área abaixo

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3) Expanda o item “PHP Development Tools” e escolha “PHP Development Tools (PDT)”, conforme mostrado na figura abaixo:

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Clique em NEXT até finalizar a instalação.

Configurando o Eclipse Para Funcionar Com PHP

Primeiro passo é alterarmos a perspectiva do Eclipse para PHP. Acesse: Window -> Open Perspective -> Other… –> PHP. Aparentemente pouca coisa será alterada, mas é nesta perspectiva que iremos desenvolver em PHP.

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Precisamos agora informar ao ao Eclipse onde está localizado o interpretador do PHP, criando um apelido para ele (exemplo: “php_xampp”):

– Acesse: Window -> Preferences -> PHP -> PHP Executables

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– Clique em “Add”

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– Clique “Finish”

Vamos adicionar no Eclipse as informações de Debug: Acesse: Window -> Preferences -> PHP -> Debug

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Verifique se as suas configurações estão como as da tela acima.

Testando as Configurações Com um Projeto Novo

Crie um projeto PHP.

Acesse: File -> New -> PHP Project e dê um nome simples para o projeto (exemplo: teste01) e clique em Finish. Deverá aparecer um projeto na guia PHP Explore, como na figura abaixo:

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Vamos criar um programa bem simples para verificar se o interpretador do PHP está funcionando corretamente.

Clique com o botão direito sobre o nome do projeto e selecione: New -> PHP File. Escolha um nome simples para seu arquivo (exemplo: “multiplica.php”) e clique em Finish.

Digite um código da imagem abaixo e Execute o programa. Clique no botão com a seta de play  e escolha “PHP” se te for perguntado.

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Em seguida digite um número e o resultado aparecerá como na imagem acima.

É importante visualizar que a execução do programa aparecerá na guia “Console” na parte inferior do Eclipse

Espero que tenha gostado do artigo. Caso queira, deixe seu comentário.


Connection Pooling Com Tomcat + MySql

tomcatlogoRecebi um e-mail de um amigo meu perguntando se seria possível fazer com que Tomcat gerenciasse um pool de conexões do MySql. A resposta é sim, é possível!

Neste artigo vou demonstrar como fazer esta configuração para que o Tomcat gerencie as conexões do MySQL dentro de uma aplicação de exemplo.

Então vamos começar criando nossa aplicação dentro do Eclipse.

Baixe o projeto completo aqui: Login to view.

Vou criar um novo projeto do tipo “Dynamic Web Project” conforme a imagem abaixo:

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Criei um nome meio feio “Tomcat_MySql_Cnn_Pool”, mas você pode colocar o nome que desejar na sua aplicação.

Escolha o target runtime, nome meu caso vou usar o “Apache Tomcat v7.0”. Clique em seguida em Next e iremos para a próxima tela do wizard.

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Na tela acima, não fiz nenhuma alteração, mantive os valores defaults. Clicamos então em next e vamos para a próxima tela.

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Nesta tela acima, também não vou alterar os valores, mas sinta-se a vontade para fazer as devidas alterações, caso ache necessário. O campo “context root” é o nome da pasta virtual que será criada no tomcat e o context directory é o nome do diretório onde estarão armazenadas as suas páginas. Preferi manter o padrão por questões de comodidade.

Um ponto importante é marcar o “Generate web.xml deployment descriptor”, para que o Eclipse crie o arquivo automaticamente.

Clicamos em Finish para terminar o Wizard e deixar o Eclipse gerar a estrutura do projeto para nós. Dependendo do seu computador, pode ser que demore um pouco.

Se o Eclipse apresentar a mensagem abaixo, diga q sim para que ele continue o processo.

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Podemos ver nosso projeto criado

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Vamos dar uma olhada mais a fundo na estrutura que o Eclipse criou para a gente conforme a imagem abaixo:

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Podemos ver que dentro da pasta “WebContent”, temos as pastas “META-INF” e “WEB-INF” conforme imagem detalhada abaixo:

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Trabalharemos agora na pasta META-INF. Adicionaremos um arquivo XML com o nome de “context.xml” dentro desta pasta. Para isso siga a imagem abaixo:

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Selecione o arquivo XML e clique em next para cair na página abaixo:

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Na tela acima, selecione a pasta META-INF e digite o nome correto do arquivo (context.xml) e clique em next para ir para a próxima página.

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Na tela acima clique em finish para completar o procedimento de criação do arquivo XML.

Com este arquivo criado, vamos adicionar o seguinte conteúdo:

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Coloquei em Highlight os itens que precisam se alterados, são eles: o nome do pool “NOME_DO_POOL”, o nome do seu banco de dados “BANCO_DE_DADOS”, o usuário do banco de dados “USUARIO” e a senha do usuário  “SENHA”.

Fiz as alterações para minha base de teste conforme abaixo e salvei o arquivo:

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Vamos agora para a próxima etapa do processo, que consiste em alterar o arquivo web.xml que se encontra no diretório “WebContent\WEB-INF”. O arquivo web.xml deverá inicialmente está bastante parecido com o seguinte:

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O conteúdo acima em highlight deve ser adicionado ao arquivo web.xml e conforme indicado na imagem, o nome do pool de conexão deve ser alterado para o mesmo nome que se encontra no arquivo context.xml.

Este trecho XML adicionado ao arquivo web.xml indica que o pool de conexões está configurado apenas no seu aplicativo, mas que necessita ter a chamada também pela classe de conexões do seu aplicativo.

Um último ponto importante antes de iniciarmos a codificação da nossa página JSP é adicionar a biblioteca JDBC do MySQL dentro da pasta lib do Tomcat que no meu caso se encontra em:

C:\Program Files\Apache Software Foundation\Apache Tomcat 7.0.11\lib

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Vamos agora para a parte final do artigo que é testar para ver se tudo vai funcionar corretamente. Para isso vamos criar uma página JSP (index.jsp) dentro da pasta WebContent.

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Vamos abrir nosso arquivo criado e adicionar as seguintes linhas de código para testar a conexão:

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Com nosso arquivo criado, podemos fazer o deploy para o servidor e por fim testar nossa aplicação de exemplo. Se você fez tudo certinho, deverá ver a seguinte página no seu browser:

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Qualquer dúvida é só entrar em contato!

Márcio Pulcinelli @ OminaVincit!


PHP5 no Apache Web Server–Part 1

Para dar início a instalação e configuração do ambiente é necessário baixar os softwares PHP e o Apache Web Server, ambos Open Source.

Vamos iniciar com a instalação e configuração do Apache Web Server para Windows, que neste momento está na sua versão httpd-2.2.17 conforme imagem abaixo do site www.apache.org.

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A vesão que iremos utilizar é a que está selecionada em amarelo, ou seja, 2.2.17. Selecionando esta opção seremos levados para a localização do download conforme imagem abaixo.

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Por uma questão de agilidade e praticidade escolhi utilizar a versão com instalador, mas nada impede de baixar os fontes e compilá-los, entretanto acredito que seria um outro passo desnecessário para este artigo.

Clique no link httpd-2.2.17-win32-x86-openssl-0.9.8o.msi para iniciar o download do servidor.

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Selecione a pasta onde deseja salvar o instalador e clique em “Save” para iniciar o processo de download do produto.

Assim que o download finalizar, começamos o processo de instalação do Apache Web Server.

Para tanto, clicamos duas vezes no arquivo salvo na máquina para iniciar o processo de instalação.

Assim que o instalador for carregado, a tela de boas vindas se abre apresentando a seguinte janela.

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Clique em “next” para continuar com a instalação do servidor.

A próxima tela apresentará informações sobre utilização do contrato do software, que nesse caso, é freeware.

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Clique em next para seguir para a próxima tela que é somente um readme.

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Clique next novamente e você será levado para a tela de configuração das informações do servidor.

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A primeira informação é o Network Domain, que no nosso caso será localhost. A segunda informação (Server Name) também será configurada como localhost. A terceira informação é o e-mail do administrador do servidor, aqui você deve colocar seu e-mail. A quarta e última informação é relacionado a instalação do apache como serviço ou como aplicação manual, no nosso caso vamos instalar como serviço para manter sempre no ar o servidor.

E por fim clicamos em next para dar sequência a instalação.

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Selecionamos o tipo de instalação, no nosso caso escolha Typical, pois praticamente não faz diferença entre os tipos de instalação. Clique em next para continuar.

Na próxima tela será onde instalaremos os arquivos do Apache. Vou manter o caminho por conveniência, mas você pode alterar para outros diretórios de instalação.

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Depois de selecionado o diretório clique em next. O instalador informará que já está pronto para iniciar o processo de instalação.

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Clique em instalar para iniciar o processo de instalação.

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Aguarde o final da instalação.

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Clique em finish para finalizar o instalador.

Após finalizar o instalador, será iniciado no system tray do windows o seguinte ícone da esquerda na imagem abaixo.

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Abra o browser (Internet Explorer, FireFox, Chrome e etc…) e digite o endereço: http://localhost

A seguinte tela deverá abrir:

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O apache devolve uma página com os dizeres: It Works. Informando que nossa instalação foi feita com sucesso.

O próximo passo é instalar e configurar o PHP5 dentro do Apache. Colocarei esta etapa no próximo artigo para que este não fique extenso d+.

Muito obrigado.

Márcio Pulcinelli @ OminaVincit

Instalação do Gpg4Win

Dando sequência ao artigo anterior GPG4Win – Privacidade em Meio Eletrônico, vou continuar este assunto com a instalação e configuração do produto.

Para começar precisamos baixar o GPG4Win que se encontra no site http://www.gpg4win.org/ conforme imagem abaixo. Importante comentar que este produto é Open Source e Freeware.

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A versão atual para download é a Gpg4Win 2.0.4 e existe ainda um versão Release Candidate Gpg4Win 2.1.0-rc1, porém não indico esta instalação e sim a Gpg4Win 2.0.4, conforme a seta da imagem abaixo.

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Uma vez feito o download, vamos iniciar a instalação do produto.

Clique duas vezes sobre o arquivo “gpg4win-2.0.4” para iniciar a instalação. Selecione o idioma “ENGLISH” e clique em OK.

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Na tela de entrada e boas vindas do GPG4WIN, clique em NEXT.

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Dentro da janela de “licenciamento”, clique em NEXT.

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Clique em NEXT na janela de seleção de componentes. Altere a configuração atual adicionando o cliente de e-mail Claws-Mail.

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Clique em NEXT dentro da janela para seleção do local (diretório) de instalação ou altere conforme as suas diretrizes.

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Selecione as opções desejadas “START MENU”, “DESKTOP”, “QUICK LAUNCH BAR”. Clique em NEXT.

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Clique em NEXT na janela de seleção da pasta de instalação.

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Clique em INSTALL.

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Após a conclusão da instalação, clique em FINISH.

Clique no menu INICIAR –> GPG4WIN –> GPA;

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Dentro da janela do GPA (figura acima), clique na opção “GENERATE KEY NOW”.

Dentro da janela GENERATE KEY, digite o seu nome. Clique em FOWARD;

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Digite o seu e-mail. Após a digitação, clique em FOWARD.

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Selecione a opção “CREATE BACKUP COPY” para as chaves que serão criadas. Após selecionar, clique em “FOWARD”.

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Digite a sua “FRASE SECRETA”. Você deve armazenar a “FRASE SECRETA” em local seguro. Clique em OK. O software solicitará a redigitação da FRASE SECRETA por algumas vezes.

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Após a digitação da FRASE SECRETA, aparecerá a janela para a configuração do local onde será armazenado o backup das chaves. Selecione a unidade e a mídia removível (CD, DVD, PEN DRIVE e etc.) onde serão gravadas as chaves.

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A janela acima indica que a gravação das cópias das chaves foi concluída com sucesso no PEN-DRIVE. Clique sobre o botão CLOSE na janela acima.

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A figura acima exibe a conclusão da criação das chaves do usuário Márcio Pulcinelli.

No próximo artigo vou falar sobre a utilização efetiva do Gpg4Win.

Espero que estas informações sejam úteis para você.

Márcio Pulcinelli @ OminaVincit


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